É diferente, apesar de tudo. Diz que não faz mal. Desvaloriza-se. Vai-se andando, porque se "pode". Só se põe em causa porque é preciso defenda-la dos de fora, seja quem for (se "pode ser", porque é que é preciso mentir? E não se pensa mais, para não ter de agir em contrário...).
"Vou fazer" (nunca hoje, sempre amanhã). Condicional, por vezes; sem pensar, porque não é racional...
Ou sigo ou não sigo, uma ou outras, não perco tempo nos prós e contras.
"Tudo menos o descontrolo", penso. Vou almoçar fora no dia 27 e provavelmente vou ter de comer arroz na 5ª-feira. Vou e como, mas no que puder mandar, nem mais uma migalha. Porquê? Não sei, não tenho argumentos.