O cúmulo do egoísmo é querer doar um rim, não pelo amor ao outro, mas pelo desamor à própria vida.
2 comentários:
Anónimo
disse...
Á frente do abismo pode ...não ser abismo. Jé estive assim mesmo mesmo à beirinha dele...depois conseguir mudar de vida e lá segui (com tropeções! muitos tropeções...). Valeu a pena o caminho até agora (hoje), sim! Não tenho saudades do abismo. Um mão cheia de coisas boas ganhei por ter deixado de 'ver' o abismo... O pior são os muros, que não há, os abismos que não existem, as solidões que são construídas, os sil~encios que são originados pela nossa surdez... O importante é 'ABRIR AS JANELAS QUE NÃO HÁ!' (citação a que não sou capaz de associar a autora). ex-a.
Não tenho dúvidas de que a vida é melhor fora de um isolamento que é, como disseste, auto-imposto. Estes muros, a sensação de solidão, o silêncio, são construções próprias, resultado de um virar para dentro infantil, egoísta e sobretudo cobarde.
Uma pessoa que respeitava mt abordou-me uma vez para me dizer: «eu gostava de chegar a si, mas você é uma torre...não consigo... o seu amor é preciso cá em baixo!» Só na relação se encontra um sentido e um respirar mais fundo em que o desalento não nos toma por inteiro. Não interessa se é um gd amor, o sr do café ou o cantoneiro que todos os dias nos diz adeus...Não basta regar flores, coleccionar pedras, comprar trapos ou dar festinhas aos bichos...
Que a vida é boa, que há coisas tão boas, sei, como sei que a Terra gira e o gelo se forma aos zero graus em água pura...e já agora, que «o melhor do mundo são as crianças»! (Esta é de Fernando... :) )
Se vale a pena, só sabe cd um, se esperar, se tiver sorte, se lhe for dado, se de facto valer ou a pessoa, em vez do abismo, VIR que vale a pena...o que é verdade? O que lá está ou o que vemos? Não sei, nem quero...não consigo dar-me a nada para além da possibilidade(morna, terna, óbvia) de avançar...
2 comentários:
Á frente do abismo pode ...não ser abismo.
Jé estive assim mesmo mesmo à beirinha dele...depois conseguir mudar de vida e lá segui (com tropeções! muitos tropeções...).
Valeu a pena o caminho até agora (hoje), sim! Não tenho saudades do abismo.
Um mão cheia de coisas boas ganhei por ter deixado de 'ver' o abismo...
O pior são os muros, que não há, os abismos que não existem, as solidões que são construídas, os sil~encios que são originados pela nossa surdez...
O importante é 'ABRIR AS JANELAS QUE NÃO HÁ!' (citação a que não sou capaz de associar a autora).
ex-a.
Não tenho dúvidas de que a vida é melhor fora de um isolamento que é, como disseste, auto-imposto. Estes muros, a sensação de solidão, o silêncio, são construções próprias, resultado de um virar para dentro infantil, egoísta e sobretudo cobarde.
Uma pessoa que respeitava mt abordou-me uma vez para me dizer: «eu gostava de chegar a si, mas você é uma torre...não consigo... o seu amor é preciso cá em baixo!»
Só na relação se encontra um sentido e um respirar mais fundo em que o desalento não nos toma por inteiro. Não interessa se é um gd amor, o sr do café ou o cantoneiro que todos os dias nos diz adeus...Não basta regar flores, coleccionar pedras, comprar trapos ou dar festinhas aos bichos...
Que a vida é boa, que há coisas tão boas, sei, como sei que a Terra gira e o gelo se forma aos zero graus em água pura...e já agora, que «o melhor do mundo são as crianças»! (Esta é de Fernando... :) )
Se vale a pena, só sabe cd um, se esperar, se tiver sorte, se lhe for dado, se de facto valer ou a pessoa, em vez do abismo, VIR que vale a pena...o que é verdade? O que lá está ou o que vemos? Não sei, nem quero...não consigo dar-me a nada para além da possibilidade(morna, terna, óbvia) de avançar...
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