Não come, come, descome, anda, laxante, lesão, o pé, a anca, as costas, anti-inflamatório, analgésicos, com receita, sem receita. Estômago que se queixa. Enfartamento, fome, enjoo, náusea, vómito, hipoglicemias, Bradicardia, unha encravada, unha preta, Coimbra nocturna, caimbra diurna,
Saturação, pensar em círculo, gastar palavras que repito. Medo, cansaço, medo, dito, sentido, gasto, nunca extinto...
Que desgaste...
Não luto, mas resisto. Depois cedo, depois mudo, agora sim, agora nunca, agora...nim.
Sono sem vontade de dormir, acordar para fazer 25km. Calor, mochila, eliminar as banhas, repor a ordem no universo (o mais pequeno e narcisico, cápsula cilíndrica com 47 de raio para a anca ter lugar...).
Preparar-me para nunca estar pronta, recomeçar, sem angústia, mas com pressa, que ninguém me obriga, mas o tempo é tempo para o excesso se espalhar no corpo é preciso de dissipa-li o quanto antes, sem dar tempo de ajustamento, sem que a barriga redonda se transforme em cm/s distribuídos.
Amanhã vai haver mais de vida, não me deixo vencer assim..,
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